É o grande problema interior, aquele de cada um e de todos. É o problema da alma, que descobre em si mesma um abismo de trevas e de luz, que se contempla com uma mistura de encantamento e de pavor e se diz: "Eu não sou deste mundo, pois ele não é suficiente para me explicar".
Os grandes Iniciados- Édouard Schuré

21 de jul de 2011

Naturalmente eu...

21/07/2011
3+7+4=
14/5



Movimento, adaptabilidade... É preciso ser flexível... No caminho que nos devolve a nós mesmos em liberdade precisamos mais do que desapegar, precisamos nos tornar leves... Encontrar a nossa naturalidade para nos tornarmos livres:
Acredito que as coisas acontecem mais simultaneamente do que nosso modo dual de ver a vida pode compreender... Aqui está um pouco da explicação do inexplicável...
Hoje quero ser naturalmente quem eu sou...
Agir e sentir de acordo com a minha naturalidade...
Encontrar a liberdade de existir...

O Tao é a espontaneidade natural

O conceito de Tao é algo que só pode ser apreendido por intuição. É algo muito simples, mas não pode ser explicado. É o que existe e o que inexiste. Só que nós temos demasiados conceitos dentro da cabeça para o entender como um todo uno.
O Tao é o Caminho da espontaneidade natural. É o que produz todas as coisas que existem. O Te 德 (a Virtude) é o modo de caminhar espontâneo que dá às coisas a sua perfeição.
O Tao não transcende o mundo; o Tao é a totalidade da espontaneidade ou «naturalidade» de todas as coisas. Cada coisa é simplesmente o que é e faz. Por isso, o Tao não faz nada; não precisa de o fazer para que tudo o que deve ser feito seja feito. Mas, ao mesmo tempo, tudo que cada coisa é e faz espontaneamente é o Tao. Por isso, o Tao «faz tudo ao fazer nada».
O Tao produz as coisas e é o Te que as sustenta. As coisas surgem espontaneamente e agem espontaneamente. Cada coisa tem o seu modo espontâneo e natural de ser. E todas as coisas são felizes desde que evoluam de acordo com a sua natureza. São as modificações nas suas naturezas que causam a dor e o sofrimento.



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