É o grande problema interior, aquele de cada um e de todos. É o problema da alma, que descobre em si mesma um abismo de trevas e de luz, que se contempla com uma mistura de encantamento e de pavor e se diz: "Eu não sou deste mundo, pois ele não é suficiente para me explicar".
Os grandes Iniciados- Édouard Schuré

24 de abr de 2012

Sabedoria...

24/04/2012
6+4+5=
15
6




Hoje abraço a minha humanidade...
Aceito me olhar com compaixão...
Sei que onde quer que eu vá vou me levar comigo...
O ponto interno onde me encontro ao fazer uma escolha é o que importa...
Para isto, dentro de cada situação em que eu me encontre vou fazer o exercício de incorporar a mim mesma...
Isto mesmo, estamos na maioria do tempo fora de nosso corpo...
Quero estar presente para escolher...
Ter consciência de onde estou em um sentido mais profundo...
Conscientemente entro em meu corpo respirando fundo, olho ao meu redor, expando a minha energia, me reconheço e escolho o que vou manifestar...
Assumo 100% responsabilidade por esta escolha...
Conectada a quem eu sou, abençoada com a sabedoria divina, que é também minha sabedoria e parte do meu ser...
Chega de bodes expiatórios!!!


 "Diz Jung, nós, seres humanos, "não nos sentimos bem quando nos comportamos perfeitamente; sentimo-nos muito melhor quando estamos fazendo alguma coisa errada. Isso acontece porque não somos perfeitos. Quando constroem um templo, os hindus deixam um canto por acabar; só os deuses fazem coisas perfeitas, o homem nunca poderá fazê-las. É preferível sabermos que não somos perfeitos, porque assim nos sentimos muito melhor." [C. G. Jung, The Symbolic Life: Miscellaneous Writings, C. W. Vol. 18, § 209]. Não obstante, a imagem da perfeição está tão entranhada em nossa cultura que nos sentimos culpados quando não podemos atingi-la. Precisamos, às vezes, de um bode expiatório que nos ajude a suportar o peso das nossas imperfeições demasiado humanas. A não ser assim, projetamo-las em nossos amigos e parentes, ou somos esmagados pelo seu peso. "O Diabo me obrigou a fazê-lo", dizemos, quase de boa fé, quando fazemos algo menos do que perfeito, ou "Não sei que diabo tomou conta de mim!". O Diabo é um utilíssimo bode expiatório."

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